Como medir o desempenho das atividades que você realiza?

Você já pensou em como mensurar as atividades importantes do seu dia a dia ou como mostrar quantitativamente os resultados que você entrega?

A quantificação é um recurso rico e poderoso para qualquer área do conhecimento. Podemos dizer que é inerente ao ser humano e contar elementos é a forma mais básica de quantificar. Você já observou que quantificar está presente em nosso cotidiano?

A contagem de itens ou ocorrências é uma forma de quantificação objetiva e empregada em várias áreas do conhecimento. O vendedor precisa quantificar os itens vendidos de cada produto para identificar qual é o líder de vendas, as concessionárias de energia e água medem o consumo para efetuar a cobrança, o profissional de enfermagem precisa medir a temperatura do paciente, bem como outros sinais para obter informações importantes sobre as funções básicas do corpo. Todas essas ações subsidiam a tomada de decisões.

Em nosso dia a dia também utilizamos esse referencial, quando verificamos o nível de bateria do celular ou o combustível do automóvel, mas ao correlacionar esses valores com o percentual de carga da bateria disponível ou a distância a ser percorrida com o automóvel, estamos estabelecendo uma relação. Essa é a base para um indicador, já ouviu falar?

No ambiente de trabalho não é diferente. Pode ser uma fórmula simples, do tipo planejado x realizado, até fórmulas mais elaboradas que envolvem a classificação dos materiais envolvidos e o rendimento dos produtos.

Os indicadores oferecem informações relevantes sobre as atividades e uso dos recursos subsidiando o planejamento e a avaliação dos serviços utilizados. O monitoramento constante favorece a tomada de decisões e a busca de soluções alternativas.

Na área hospitalar o ministério da saúde padronizou a nomenclatura e as medidas básicas em 2002. Dentre os indicadores clássicos podemos citar: média de permanência, taxa de ocupação, intervalo de substituição, índice de giro e mortalidade. Todos estão relacionados a boas práticas e gestão de serviços de saúde. Vale lembrar que os hotéis também utilizam taxas de ocupação na gestão do serviço.

O monitoramento constante de indicadores para o alcance dos resultados almejados é uma atividade imprescindível, assim como a definição das metas e da abordagem estratégica para alcançar os resultados.

Fatores importantes

Outros fatores importantes para o alcance de resultados e que possuem relação direta com o desempenho observado são:

– liderança
– estrutura (definição de competências e níveis de responsabilidade)
– processos bem definidos
– projetos em algumas situações
– pessoas comprometidas e
– comunicação

A comunicação

A comunicação adequada pode ser um diferencial, funcionando como um elemento motivador para os envolvidos no processo. Várias são as formas de comunicar e cada instituição adota uma ou mais. É comum ver os resultados em painéis de gestão à vista, nos murais ou em pauta de reuniões. A utilização de mais de uma forma, pode garantir maior alcance e melhor entendimento sobre os fatores que influenciam os resultados.

Os itens de destaque

Para concluir vamos repassar os itens de destaque: abordamos neste post a quantificação em nosso cotidiano, em algumas áreas profissionais para exemplificar e a relação de uma medida com uma variável do processo, que pode ser tempo ou distância ou outra. Você percebeu que isso transforma a simples quantificação num indicador? Sim, um valor que dá um referencial para a tomada de decisão.

Utilizamos como exemplo de indicadores definidos e padronizados da área hospitalar e listamos os fatores que influenciam o alcance dos resultados.

Quando você planeja suas ações, estabelece que vai medir de forma organizada e sistemática você tem uma medida do seu desempenho.

E você, o que pensa sobre esse tema? Deixe seu comentário ; )

Dica de filme – procedimentos de segurança

A utilização de filmes de cinema como recurso para a aprendizagem e desenvolvimento pessoal é uma prática que permite a expansão das fronteiras do ensino. Uma vez que você prestou atenção no que cada cena pode oferecer é impossível não percebê-la.

Selecionamos e indicamos o filme Plano de Vôo sobre o qual segue a sinopse e a descrição das cenas relativas à abordagem acerca da importância dos procedimentos de segurança.

Observamos também a citação da personagem principal sobre o momento em que os procedimentos foram adotados, uma situação adversa que chocou o mundo.

Sinopse

Kyle Pratt (Jodie Foster) é uma mulher devastada emocionalmente, devido à recente morte súbita de seu marido. Em meio a uma viagem de Berlim a Nova York, estando a mais de 40 mil pés de altitude e a bordo de um moderno avião, Kyle entra em pânico após perceber o desaparecimento de sua filha de 6 anos, Julia (Marlene Lawston). Desesperada, Kyle precisa provar à tripulação e aos passageiros sua sanidade, já que não há pista alguma sobre o paradeiro de Julia, e ao mesmo tempo convencer a si mesmo que não está enlouquecendo.

Descrição da cena indicada

Este filme ilustra muito bem a importância de procedimentos documentados, atualizados e equipe treinada para saber o que fazer em situações que fogem à rotina e impactam na segurança dos envolvidos.  Recomendamos a cena em que a personagem principal Kyle Pratt (Jodie Foster), após perceber o desaparecimento de sua filha e checar informações com a tripulação recebe a notícia de que sua filha não teria embarcado no vôo, argumenta com a comissária de vôo Stephanie (Kate Beahan) e afirma que sua filha foi sequestrada.  Na conversa com o comandante  Rich (Sean Bean) ela cita os protocolos de segurança, implantados após 11 de setembro. Nas cenas seguintes podemos ver a atuação da tripulação na suspeita de um sequestro durante um vôo a 11.000 metros em uma moderna aeronave.

Ficha Técnica do Filme: Flightplan • Título da tradução brasileira: Plano de vôo • Gênero: Suspense, Drama, Mistério • Ano (EUA): 2005 • Produção: Brian Grazer • Estúdio: Imagine Entertainment, Touchstone Pictures • Direção: Robert Schwentke • Ator principal: Jodie Foster • Duração: 98 minutos • Classificação: 14 anos.

Esse filme está disponível no Youtube em: https://youtu.be/n_JyqWqeR-w

Fonte (sinopse): http://www.adorocinema.com/filmes/filme-56996/ 

Quando iniciar o processo de acreditação hospitalar?

Iniciar um processo de acreditação hospitalar será uma decisão fácil se a instituição tiver processos padronizados, gerenciar adequadamente rotinas e racionalizar a utilização de recursos, elementos básicos para a eficiência e qualidade das operações internas. Mas pode ser uma decisão cada vez mais complexa se a instituição esperar esses elementos como resultados do processo de acreditação1.

A medida que o conhecimento sobre o tema avança os padrões são atualizados e, consequentemente, aumenta a complexidade para as instituições iniciantes.

Não há como reverter a velocidade desse processo, pois não é o único que avança. O ambiente sofre mudanças devido aos avanços tecnológicos, alterações na economia, na legislação e a disponibilidade de recursos também influenciam. A única forma de acompanhar as mudanças nos padrões de qualidade é acelerar as iniciativas internas e embarcar.

Uma vez iniciado o processo o ritmo de aprendizado das equipes é vigoroso e em pouco tempo todos se ajustam à velocidade, pois cada nova informação agregada encontrará conexão com o conhecimento já adquirido. A periodicidade das avaliações, estabelecida pelas instituições acreditadoras, também compõem esse complexo sistema de qualidade e segurança do paciente com uma função adicional: manter as conquistas obtidas.

Obter o manual de padrões para a acreditação e iniciar a preparação é um passo importante, lembrando que será necessário, um amplo processo educacional para discutir de forma aprofundada os detalhes do modelo adotado. Vincular o início do processo ao período de atualização dos padrões pode fazer alguma diferença. Assim que for publicada uma nova versão dos padrões você inicia o processo e, assim sua instituição terá três anos para aprofundar seus conhecimentos e se adequar aos padrões para obter a acreditação. Mas é importante lembrar que a sensibilização das equipes e estudo dos padrões deve iniciar antes, pois assim sua equipe terá a dimensão das mudanças que ocorrem nas revisões. Mas o prazo já estará definido, se perder o primeiro prazo deverá se ajustar ao novo padrão com mais rapidez ainda.

No início o processo de acreditação hospitalar requer um trabalho de sensibilização para a mudança que se apresenta e, como ocorre em qualquer mudança, é necessário enfrentar a resistência de alguns grupos profissionais. A adesão dos profissionais, incluindo liderança, corpo clínico e colaboradores foi apontada como uma das principais dificuldades no relato de caso apresentado por Moreno, Dias e Kelian no Qualihosp 20152. As outras dificuldades citadas foram a disseminação da cultura da qualidade e segurança, aspectos financeiros e a estrutura físico-funcional.

Nesse cenário é importante lembrar que a visão estratégica da qualidade não aconteceu da noite para o dia. Esse movimento tem suas bases na cultura norte americana, na qual os programas de qualidade estavam baseados em controles de processos, custos da qualidade e zero defeitos. Mas diversas forças externas contribuíram relacionando as perdas de rentabilidade e de participação no mercado com a má qualidade, além de processos de indenização e pressões do governo. A qualidade passou a ser definida então, do ponto de vista do cliente. Mas essa definição esbarrou no atendimento das especificações técnicas, que passou a ser secundária com o surgimento de outras demandas, como por exemplo a pesquisa de mercado3.

Relatos informais colhidos durante a participação em cursos e eventos destacam que não existe um único modelo bem-sucedido de gestão estratégica da qualidade. As necessidades são diferentes, as culturas organizacionais são diversas, mas mesmo assim existem temas comuns a todas as empresas que buscam melhorar a qualidade de seus produtos que é o alinhamento, a união de esforços de empregados e gerentes em torno da qualidade.

Não basta ter uma orientação da alta direção para que um programa de qualidade de fato seja implementado, assim como também não é suficiente um movimento apenas da base operacional. É preciso unir os esforços associando-os diretamente aos objetivos da empresa e a história tem evidenciado que isso garantiu a sobrevivência de muitas empresas.

A busca pela qualidade na saúde é inevitável, pois não há como suportar os custos de retrabalho, de processos ineficientes e eventuais processos em fóruns legais que influenciam negativamente a imagem da instituição.

Se a sua instituição ainda não começou, defina um caminho e start o processo. É aprendizado garantido.

 

Saiba mais em:

1- Araújo CAS, Figueiredo OHS, Figueiredo KF. O que motiva os hospitais brasileiros a buscar acreditação? Revista de Gestão em Sistemas de Saúde. [publicação on-line] 2015. [acesso em 1 mar 2017]. Disponível em: http://www.coppead.ufrj.br/upload/publicacoes/111-819-1-PB_1.pdf.

2- Moreno MCTS, Dias KC e Kelian, A.R. Pesquisa de Abandono de Certificação de Qualidade em Saúde. ANAIS do Qualihosp; 82-83, 2015. São Paulo.

3- Garvin, D. Gerenciando a Qualidade: a visão estratégica e competitiva. Rio de Janeiro, Qualitymark Ed., 1992.

O site está de cara nova!

No universo da qualidade estamos constantemente mensurando, analisando e propondo melhorias, o que gera mudanças em todos as dimensões. Com a gestão do site não foi diferente e decidimos mudar, transformá-lo.

Essa iniciativa mantém o alinhamento à proposta inicial que é contribuir para a transformação e também com o aprimoramento contínuo, uma necessidade real na área de gestão da qualidade em saúde. E isso não é só uma percepção minha, mas também a de experts como Couto e Pedrosa:

 as organizações não suportarão mais custos relacionados com a má qualidade, tais como custos de retrabalho, custos com processos ineficientes, custos de eventuais processos nos organismos de defesa do consumidor ou outros fóruns legais.”

Começamos com a transformação dos cursos em auto-instrucionais, cujo maior benefício é o estimulo a autoaprendizagem, para promoção de participantes com maior responsabilidade pelo seu desenvolvimento profissional e capazes de associar o conhecimento adquirido à prática. Outro benefício é permitir a inscrição a qualquer momento, não sendo necessário aguardar formação de turma atendendo assim às necessidades individuais dos interessados.

Atualmente todos os cursos seguem esse formato e são gratuitos.

Mas afinal o que mudou no site? Agora ele tem todos os recursos para interação com os leitores e assinantes. Outra mudança importante foi a adaptação do conteúdo, inicialmente desenvolvido para o AVA Moodle, para o formato de página web desenvolvida em WordPress.

Adoro o Moodle, mas estava ficando impossível  trabalhar com ele sem um programador expert. As mudanças promoveram um período de intensa aprendizagem e busca sobre plugins, pois tudo nesse WordPress funciona a base de plugin, mas vou falar a respeito deles em outro post. Naveguem à vontade e postem suas impressões.

Referência:

COUTO R.C.; PEDROSA T.M.G. Hospital: Acreditação e gestão em saúde. 2. Ed. – Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.

VII Jornada Educação a Distância

A Artesanato Educacional promoverá em 27 de Maio de 2017 a VII Jornada Educação a Distância.

Já participaram nas edições anteriores da Jornada nomes de destaque no uso de tecnologias em educação e em educação a distância, como Marco Silva, Susane Garrido, Cristiana Mattos Assumpção, Romero Tori, Lynn Alves, Robson Santos da Silva, Eliane Schlemmer, José Manuel Moran, José Armando Valente, Andrea Filatro, Lúcia Santaella, Maria Elizabeth Bianconcini de Almeida, Martha Gabriel, Daniel Mill, Patricia Alejandra Behar, Daniel Gohn, Fredric Litto, Vani Kenski, Stavros Xanthopoylos, Martin Dougiamas e Fabricio Chiantia.

Onde estamos e para onde caminhamos em Tecnologia Educacional e Educação a Distância? Metodologias Ativas, Blended Learning, Aprendizagem baseada em Projetos, Sala de Aula Invertida, Games e Gamificação em Educação, Educação sem Distância, Formação de Professores para VideoAulas, Pré-Edição de Vídeo e Edição de Vídeos, dentre outros temas, serão debatidos por você e pelos principais especialistas no Brasil.

Além de palestras, cara a cara, debates, apresentações, demonstrações e workshops, o pagamento da inscrição inclui welcome coffee, coffee-break e sorteios. Haverá também uma feira de livros de EaD, tecnologia e educação e sessões de autógrafos com autores.

A VII Jornada Educação a Distância é direcionada a professores, tutores, profissionais de mídias sociais e tecnologia, gestores de educação a distância e instituições de ensino, empresas, universidades corporativas e todos aqueles que se interessam por educação e tecnologia.

A Jornada é organizada pela Artesanato Educacional e coordenada por João Mattar, com apoio da UNISA – Universidade Santo Amaro, da ABED – Associação Brasileira de Educação a Distância, da ABT – Associação Brasileira de Tecnologia Educacional e do TIDD – Programa de Pós-Graduação em Tecnologias da Inteligência e Design Digital da PUC-SP.

A VII Jornada Educação a Distância será realizada no dia 27 de Maio de 2017, sábado, das 08:00 às 18:00 horas no auditório da Unisa – Universidade de Santo Amaro – Rua Isabel Schmidt, 349 – Santo Amaro – São Paulo – SP.

Fonte: http://eadfa7.blogspot.com.br/p/sobre.html

1º Congresso Brasileiro de Tendências e Inovação na Educação

Quais são os desafios de educar com qualidade no século 21 e quais estratégias podem ajudar nessa missão? Para discutir o tema, profissionais da área educacional estarão presentes no 1º Congresso Brasileiro de Tendências e Inovação na Educação, que acontece no dia 8 de abril de 2017, em Campinas.

Realizado pelo Instituto Brasileiro de Formação de Educadores (IBFE), o Congresso conta com apoio do Porvir.

As 10 horas de programação serão divididas em palestras, debates, atividades e painéis. Um deles será comandado pelo Porvir, que irá apresentar os resultados da pesquisa Nossa Escola em (Re)Construção, iniciativa que ouviu o que mais de 132 mil jovens acham e esperam da escola.

A primeira palestra do dia fica a cargo do especialista em futuro, tendências e inovação, Luis Rasquilha. Já o segundo horário terá como tema “Imigrantes digitais educando nativos digitais”, comandado pela mestre em educação, Carolina Defilippi.

O professor de neurociência aplicada à educação, Alexandre Rezende, comanda a terceira palestra. Em seguida, o autor do livro “Métodos de ensino para nativos digitais”, Marcelo Veras, fala sobre as competências do professor do futuro.

Além desses debates, os participantes poderão fazer atividades em dois espaços. No espaço 1, chamado “Corpo e Mente”, serão abordados temas como: neurociência, psicopedagogia, psicomotricidade, esporte e treinamento. As práticas irão trabalhar habilidades como autocontrole e memória de trabalho.

No espaço 2, de Gestão e Inovação, serão apresentados indicadores de impacto na gestão de escolas e algumas experiências e metodologias inovadoras de sala de aula. No terceiro e último espaço, com o tema “ensino de matemática, alfabetização, arte e educação e educação inclusiva”, serão apresentadas experiências sobre o ensino da matemática no contexto inclusivo e práticas de escrita e arte.

Estudantes de graduação e pós-graduação, educadores, gestores, e os demais interessados podem realizar a inscrição nesse link. Até o dia 30 de dezembro, o investimento no Congresso é de R$ 90. Depois dessa data, passa a ser R$ 100.

Fonte: Porvir

VII Encontro Brasileiro de Educomunicação

A educomunicação é um paradigma orientador de práticas que têm como objetivo o fortalecimento do protagonismo dos sujeitos sociais, mediante a gestão compartilhada e solidária das tecnologias da informação, num exercício prático do direito universal à expressão.

Visível nas ações do movimento social, em toda a América Latina, a partir dos anos de 1960, através da comunicação alternativa e da educação popular, o conceito, sistematizado pelo NCE/USP, em 1999, tem como seu principal desafio, hoje, converter-se em política pública, em condições de beneficiar, no Brasil, um público representado por um total aproximado de dois milhões e meio de professores e mais de 50 milhões de estudantes do ensino básico, além de milhares de agentes culturais que se dedicam à educação não formal.

No Brasil, a educomunicação tem sido levada a setores sociais voltados para as áreas da educação em saúde, em sustentabilidade e em meio ambiente, através de ações que primam pelo emprego de procedimentos dialógicos e participativos de comunicação.

A pesquisa sobre o conceito e o esforço para difundir sua prática tem caracterizado a ação de aproximadamente 18 centros de pesquisas, em todo o Brasil, com mais de 120 teses publicadas sobre o tema. Nesse sentido, a ABPEducom (Associação Brasileira dos Pesquisadores e Profissionais da Educomunicação) organiza, em São Paulo, em novembro de 2016, juntamente com a Unesco e com o apoio do NCE (Núcleo de Comunicação e Educação)-USP, o VII Encontro Brasileiro de Educomunicação, com o tema Media and Information Literacy: New Paradigms for Intercultural Dialogue

A inscrição para assistir ao evento encerra em 25 de outubro de 2016. Os inscritos poderão assistir às atividades do evento entre os dias 03, 04 e 05 de novembro. Para saber mais acesse http://www.viieducom.com/inscricoes-como-ouvinte

Clique aqui e confira a programação: http://www.viieducom.com/programacao

Fonte: http://www.viieducom.com/